Jaz agora adormecido, Marte, aos pés de Vénus; nu, e despojado de suas armas.
As suas insígnias, outrora objectos de morticínio, desempenham presentemente o doce papel do recreio, entregues aos co-adjuvantes da deusa vitoriosa.
A guerra definha lentamente sob o olhar atento do amor. Em seu lugar, do interior da informe crisálida da metamorfose, transpira um elemento de igual vigor: a delícia.
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